Escrevo para lembrar. Para depois esquecer. Escrevo para doer. E depois sarar. Escrevo porque gosto. E gosto porque escrevo. Escrevo porque sorrio. E sorrio porque escrevo. Escrevo porque amo. Amo porque escrevo. Amo o que escrevo. Me amo. E se você ama as palavras, aproveite para “me ler”. Tem dia que tô pra artigo - real - e dia em que sou poeta. Mas também tenho meu lado ficcional, quando posso ser tudo o que nunca fui. Quem sabe você ainda não acha um pouco de você no meio disso tudo?
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